Cântico dos Cânticos 7,8
Teu porte assemelha-se ao da palmeira, de que teus dois seios são os cachos.
Teu porte assemelha-se ao da palmeira, de que teus dois seios são os cachos.
6 tua cabeça ergue-se sobre ti como o Carmelo; tua cabeleira é como a púrpura, e um rei se acha preso aos seus cachos.
7 – Como és bela e graciosa, ó meu amor, ó minhas delícias!
8 Teu porte assemelha-se ao da palmeira, de que teus dois seios são os cachos.
9 “Vou subir à palmeira – disse eu comigo mesmo – e colherei os seus frutos.” Sejam-me os teus seios como cachos da vinha.
10 E o perfume de tua boca como o odor das maçãs; teus beijos são como um vinho delicioso que corre para o bem-amado, umedecendo-lhe os lábios na hora do sono.