Ezequiel 40,3
Conduzido ao lugar, divisei um homem que parecia ser de bronze, levando nas mãos uma corda de linho e uma cana de agrimensor. Ele permanecia de pé à porta.
Conduzido ao lugar, divisei um homem que parecia ser de bronze, levando nas mãos uma corda de linho e uma cana de agrimensor. Ele permanecia de pé à porta.
1 No ano vinte e cinco da nossa deportação, no começo do ano, no décimo dia, catorze anos após a queda da cidade, naquele mesmo dia, a mão do Senhor veio sobre mim. Deus me transportou,
2 no curso das visões divinas, à terra de Israel. Ele me colocou nos cimos de uma montanha muito elevada, sobre a qual pareciam elevar-se, do lado do meio-dia, as construções de uma cidade.
3 Conduzido ao lugar, divisei um homem que parecia ser de bronze, levando nas mãos uma corda de linho e uma cana de agrimensor. Ele permanecia de pé à porta.
4 Esse homem dirigiu-me as seguintes palavras: “Filho do homem, volta os teus olhos, escuta com teus ouvidos, e presta bem atenção a tudo quanto te vou mostrar, porque é para esse espetáculo que foste transportado até aqui. Darás conhecimento aos israelitas de tudo o que te vou mostrar”.
5 Um muro exterior formava o recinto do templo. O homem tinha na mão uma cana de agrimensor, de seis côvados cada côvado tendo um palmo a mais que o côvado corrente. Ele mediu a largura da construção – uma cana – e a altura – também uma cana.