Rute 4,7
Outrora, era costume em Israel, nos casos de resgate ou de sub-rogação, que o homem tirasse o calçado e o desse ao outro para validade da transação; isso servia de ratificação.
Outrora, era costume em Israel, nos casos de resgate ou de sub-rogação, que o homem tirasse o calçado e o desse ao outro para validade da transação; isso servia de ratificação.
5 “Comprando essa terra da mão de Noemi – continuou Booz – adquires ao mesmo tempo Rute, a moabita, mulher do defunto para conservar o nome do defunto, em sua herança.”
6 “Nesse caso – respondeu aquele homem –, não a posso resgatar por minha própria conta, porque isso viria prejudicar o meu patrimônio. Usa tu do meu privilégio, porque não o posso fazer.”
7 Outrora, era costume em Israel, nos casos de resgate ou de sub-rogação, que o homem tirasse o calçado e o desse ao outro para validade da transação; isso servia de ratificação.
8 O parente próximo disse, pois, a Booz: “Compra-a para ti”, e tirou o calçado.
9 Booz disse aos anciãos e a todo o povo: “Vós sois hoje testemunhas de que comprei da mão de Noemi tudo o que pertencia a Elimelec, a Quelion e a Maalon.