Cântico dos Cânticos 5,4
Meu bem-amado passou a mão pela abertura (da porta) e o meu coração estremeceu.
Meu bem-amado passou a mão pela abertura (da porta) e o meu coração estremeceu.
2 Eu dormia, mas meu coração velava. Eis a voz do meu amado. Ele bate. Abre-me, minha irmã, minha amada, minha pomba, minha perfeita; minha cabeça está coberta de orvalho, e os cachos de meus cabelos cheios das gotas da noite.
3 Tirei minha túnica; como irei revesti-la? Lavei os meus pés; por que sujá-los de novo?
4 Meu bem-amado passou a mão pela abertura (da porta) e o meu coração estremeceu.
5 Levantei-me para abrir ao meu amado; a mirra escorria de minhas mãos, de meus dedos a mirra líquida sobre os trincos do ferrolho.
6 Abri ao meu bem-amado, mas ele já se tinha ido, já tinha desaparecido; ouvindo-o falar, eu ficava fora de mim. Procurei-o e não o encontrei; chamei-o, mas ele não respondeu.